segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Inversores mexicanos dejan el país con venta de sus acciones

Lunes, Agosto 22, 2011.

ANF, ElSemanario
Los inversores mexicanos decidieron no invertir más en Bolivia y dejar el país debido a los sucesos que se han venido dando en la industria cementera boliviana en el último año. Uno de los factores es la nacionalización hasta ahora impaga de las acciones que Soboce adquirió en Fancesa indica un comunicado de la Sociedad Boliviana de Cemento (Soboce) .
La Compañía de Inversiones Mercantiles S.A. (Cimsa), accionista mayoritaria de Soboce, ha estado negociando los últimos meses la compra de las acciones de GCC Latinoamérica S.A. de C.V. (GCC) en Soboce. En ese proceso, Cimsa tomó conocimiento de que GCC también tenía otros interesados.
“Cumpliendo el acuerdo de accionistas con la empresa mexicana GCC, Cimsa hizo una oferta por las acciones de esa empresa mexicana en Soboce. Ahora, como ha sido informado en medios públicos de Lima y de México, el grupo cementero mexicano ha anunciado la venta de su participación en Soboce a Consorcio Cementero del Sur S.A., del Perú, incumpliendo el acuerdo de accionistas suscrito”, se lee en el comunicado.
De ese modo Cimsa buscará el cumplimiento “debido del acuerdo de accionistas que celebró con sus socios mexicanos, a través del arbitraje, como señala ese acuerdo de accionistas. Cimsa tiene una tradición de cumplimiento de la ley y de los acuerdos que suscribe, y considera que existen todos los fundamentos para reclamar a la empresa mexicana GCC, por el incumplimiento de un acuerdo válido”, indica el documento enviado por Soboce.
Desde la “expropiación” de una parte de los activos en Soboce por parte del gobierno de Evo Morales en septiembre de 2010, la mexicana ya consideraba que en el país sudamericano ha “prevalecido una inestabilidad política y social en Bolivia. Esta incertidumbre representa un riesgo para las operaciones de Grupo Cementos de Chihuahua en dicho país, el cual no se puede controlar ni medir o estimar en forma adecuada”.
En septiembre de 2005, GCC compró el 47.02% de Soboce, firma que además de ser la mayor cementera de Bolivia, también tenía el 33.3% de la también cementera boliviana Fábrica Nacional de Cemento.
Los problemas para GCC iniciaron en septiembre del año pasado, cuando el gobierno de Evo Morales emitió un decreto presidencial por el cual revirtió la compra-venta del 33.34% de las acciones de la Fábrica Nacional de Cemento (Fancesa) a Soboce.
Si bien se analizaba una indemnización por parte del Gobierno de Bolivia, GCC optó por vender su participación accionaria a la empresa Consorcio Cementero del Sur, subsidiaria del peruano Grupo Gloria, conglomerado industria que en Perú tiene tres cementeras: Yura, Cemento Sur e Industrias Cachimayo.
Sin que se mencionará la cantidad que recibirá, la mexicana comenta que los “recursos obtenidos por esta transacción se destinarán principalmente a la reducción de la deuda”.
Los activos en Bolivia representaron para GCC el 12% de las ventas consolidades en 2010, su principal mercado de la mexicana es Estados Unidos, país que concentró el 57.7% de sus ventas totales, mismas que obtuvo de sus operaciones en sus tres plantas de cemento, 79 concreteras y 17 centros de distribución del "oro gris". En México, la compañía facturó el 31.3% de los casi 7,800 millones de pesos.

EL DATO
La cementera mexicana Grupo Cementos de Chihuahua, de la cual Cemex es propietaria del 36.3% del capital, anuncia que vendió su participación accionaria en la boliviana, Sociedad Boliviana de Cemento al conglomerado industrial peruano Grupo Gloria. El monto de la operación no fue revelado.

Fonte:
Postado por Tainá

domingo, 21 de agosto de 2011

Justiça?

No mundo de hoje é difícil para muitos dizer o que é certo ou que é errado, o que é justo ou injusto, vivemos em um mundo em que vivemos das ideias dos outros, temos que acreditar que o que ele acredita está certo, é certo.  A justiça é entregue nas mãos, muitas vezes, de desconhecidos nossos. Temos que simplesmente confiar que o que ele dizer é o justo. Mas como acreditar, sendo que temos nossas ideias, nossas opiniões sobre o assunto. O que pode ser injusto para ele, pode ser justo para mim.
Injustiça. Ela em um lugar qualquer é uma ameaça à justiça em todo lugar. A justiça morre todos os dias, cada vez que ela morre um pouco, é como se ela nunca tivesse existido. Só podemos esperar uma coisa da justiça, simplesmente justiça. E nem isso conseguimos. Se houvesse a justiça que tanto merecemos, não haveria em lugar algum a fome, doentes curáveis, crianças abandonadas, pessoas sendo espancadas, assassinadas. Houvesse justiça, não teríamos a terrível condenação em que vivemos hoje.
A expressão: “A justiça é cega”, era para ter a interpretação que ela é igual para todos, não tira suas “conclusões” de acordo com a pessoa e sim com cada caso especifico. Infelizmente não é o que acontece, quantas vezes já ouvimos falar de suborno? Muitas. Mas como se não fosse necessário a existência do suborno, existem varias outras formas de burlar essa lei. É comum hoje em dia dizerem “A justiça é cega, eu não”. Como se a própria justiça estivesse cometendo injustiça. Contraditório, não? Mas é o que acontece, é a realidade em que vivemos. O que podemos fazer para ajudar? Comece com você mesmo, se policie para não cometer gestos de injustiça. Que tal ajudar a justiça a sair do coma?    

Texto baseado na obra de José Saramago, Este mundo da injustiça globalizada.
                                   
Postado e feito por Tainá

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Quinhentismo no Brasil

Durante a aula de português, sobre Quinhentismo no Brasil, a professora nos mostrou essa charge, achei muito legal e quiz postar pra vocês também
Postado por Tainá

ORAÇÃO DOS DESESPERADOS – SÉRGIO VAZ


Que a pele escura,
Não seja escudo para os covardes.
Que habitam na senzala do silêncio
Porque nascer negro é
consequência
Ser
É consciência
Dói no povo a dor do universo
Chibata, faca e corte
Miséria, morte
Sob o olhar irônico
De um Deus inverso
Uma dor que tem cor
Escorre na pele e na boca se cala
Uma gente livre para o amor
Mas os pés fincados na senzala.
Dói na gente a dor que mata
Chaga que paralisa o mundo
E sob o olhar de um Deus de
gravata...
Doença, fome, esgoto, inferno
profundo.
Dor que humilha, alimenta cegueira
Trevas, violência, tiro no escuro
Pedaço de pau, lar sem muro
Paraíso do mal
Castelo de madeira
Oh! Senhores
Deuses das máquinas,
Das teclas, das perdidas almas
Do destino e do coração!
Escuta o homem que nasce das
Lágrimas
Da dor, do sangue e do pranto,
Escuta esse pranto
(Que lindo esse povo)
(Quilombo esse povo)
Que vem a galope com voz de
trovão
Pois ele se apega nas armas
Quando se cansa das páginas
Do livro de oração!

Texto:
Dor: 1. Sensação desagradável causada por lesão ou por estado anômalo dos orgãos; 2. sofrimento físico ou moral. (Minidicionário Soares Amora- Editora Saraiva)

Em um mundo como o nosso é comum sentir dor, acredito que nenhum de vocês goste. Vivemos no capitalismo, onde o maior, o mais poderoso sobrevive. Mas me pergunto, e os perdedores? Simplesmente os esquecemos? A resposta é não! Quem perde, não perde só o jogo do dinheiro, mas perde sua moral!
O mundo onde as dores são freqüentes e que não nos importamos com o próximo, é de se esperar que no futuro esteja pior.
Existem varias dores, dor de cotovelos, de amor, de cabeça, de parto, enfim varias, e o que fazemos a respeito? Proponho que uma vez ao dia ajude alguém com o sofrimento dela, no final alguém vai te ajudar também!

Postado por Tainá

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Saúde Limpa

Campanha de concientização dos males dos agrotoxicos e também com o objetivo de incentivar a plantação familiar.

Campanha: “Saúde limpa.”

Art. 5° da Constituição: XXXII - o Estado promoverá, na forma da lei, a defesa do consumidor;
Nesse mundo globalizado a nossa saúde está ficando cada vez mais prejudicada. Os alimentos que comemos, na intenção das empresas alimentícias de deixar o produto mais “bonito” visualmente utilizam agrotóxicos e o uso excessivo ou inadequado deste traz riscos à saúde, causando até mesmo doenças de intoxicações agudas, subaguda e crônica. Na aguda, os sintomas surgem rapidamente. Na intoxicação subaguda, os sintomas aparecem aos poucos: dor de cabeça, dor de estômago e sonolência. Já a intoxicação crônica, pode surgir meses ou anos após a exposição e pode levar a paralisias e doenças, como o câncer.
A infertilidade humana e animal têm relação com o uso de agrotóxicos; Além de ter crescido o número de pessoas que fazem tratamento para fertilização, também foi diagnosticado um número excessivo de crianças com má-formação, doenças congênitas e abortos. Outro alerta é com relação ao crescimento do índice de pessoas com câncer, que pode estar relacionado ao uso de agrotóxicos, basicamente através da alimentação. Diversos tipos de câncer têm aumentado na população, como o de próstata, testículos, mama, ovário e tireóide.
Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), o uso intenso de agrotóxicos causa a degradação dos recursos naturais como, solo, água, flora e fauna, em alguns casos de forma irreversível, levando a desequilíbrios biológicos e ecológicos.
Além de agredir o ambiente, a saúde também é afetada pelo excesso destas substâncias.
O que é agrotóxico?
Agrotóxicos são substâncias químicas diversas utilizadas para combater pragas ou melhorar a produção agrícola, incluem herbicidas, pesticidas, hormônios e adubos químicos. A grande produção de alimentos da era moderna deve-se em grande parte ao uso de agrotóxicos. Eles podem ser encontrados em vegetais (verduras, legumes, frutas e grãos), açúcar, café e mel. Alimentos de origem animal (leite, ovos, carnes e frangos) podem conter substâncias nocivas que chegam a contaminar a musculatura, o leite e os ovos originados do animal, quando ele se alimenta de água ou ração contaminada.

Como evitar?
Uma das formas de se evitar a contaminação com esses tipos de produtos seria cultivar em casa, uma agricultura familiar, para que se tenha a certeza de que o produto a ser consumido seria limpo e totalmente sem agrotóxicos.
E há também inúmeros produtos que são vendidos para descontaminar alimentos, além de vários métodos caseiros, que incluem a utilização de vinagre, bicarbonato ou água sanitária.
Mas de acordo com estudos realizados pela agência americana de alimentos (FDA, sigla em inglês) e por pesquisas conduzidas por três anos na estação experimental de agricultura de Connecticut, o que funciona é água da torneira.
Enxaguar os alimentos com água corrente é eficaz para eliminar grande parte dos resíduos de agrotóxicos dos alimentos.
Esta medida pode contribuir em muito com a saúde das pessoas de casa, juntamente com:
* Retirar as folhas externas de vegetais com intuito de reduzir a carga de agrotóxicos;
* Retirar a casca se possível, pois boa parte do agrotóxico concentra-se nesta parte externa;
* Retirar a gordura de carnes vermelhas e a pele de aves e peixes, onde também concentram-se substâncias;
* Se possível optar por alimentos de origem orgânica reconhecida.
* Cozinhar também ajuda na remoção ou destruição de agrotóxicos.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Se toca!

A responsabilidade de cada um
 
Desde que ouvi uma vizinha reclamar que a porta do hall de entrada do meu prédio estava fechada, não paro de pensar no quanto as pessoas não assumem a responsabilidade que é delas. Porque eu tenho certeza que se tiver uma invasão ao prédio, ela e todos os outros moradores vão culpar a segurança e a administração e, magicamente, vão se esquecer de que é obrigação de quem mora manter as portas fechadas. Veja bem, obrigação, não dever. Se você escolhe morar em apartamento porque é mais seguro, precisa ajudar pra que isso ocorra.

Mas essa história da responsabilidade de cada um extrapola os muros de um condomínio e vai embora rua afora. Se dentro de casa já vemos ações desse tipo, imagina na rua. E não preciso ir longe. Todos os domingos, quando há feira em frente de casa, os cidadãos saem de sua casa de bermuda e camiseta para comprar frutas e legumes. Os que moram mais longe, vão de carro. E, vejam só, estacionam no ponto de ônibus. Será que domingo não tem ônibus? Ou vale aquela idéia de que é rapidinho? E aí começa aquele círculo sem fim. Carro parado no ponto de ônibus; ônibus parando em fila dupla; carros buzinando atrás e por aí vai. Confusão na certa. 

No caminho para o trabalho, um carro liga a seta, espera eu atravessar a rua e, na maior cara de pau, estaciona em cima da faixa de segurança. Às 18h, pais, maridos e namorados param em fila dupla para esperar quem enfrentou o metrô lotado. E ficam dentro do carro, rádio ligado, olhando o celular, tudo para não encarar as pessoas do lado de fora, que precisam fazer malabarismos para atravessar uma rua ou simplesmente continuar seu caminho. 

Ainda no caminho para o trabalho, um colchão é largado na calçada e, dia após dia, posso acompanhar sua degradação. De repente, está queimado e cheio de lixo em cima. Sim, porque se ele já está lá, alguém, algum dia, vai retirá-lo. Então, posso jogar o pacote de salgadinho ou a lata de refrigerante porque é como se estivesse no lixo. Deve ser esse o pensamento de quem toma esse tipo de decisão.

Isso tudo sem contar o cara com o MP3 do celular ligado em alto e bom som para todo mundo escutar dentro do metrô; o outro parado na porta, como se ninguém mais precisasse entrar e sair; a moça sentada no banco, com os olhos fechados, enquanto a senhorinha ou a grávida se equilibram em pé mesmo. 

Daí eu fico pensando que diabos esperamos que aconteça? Tudo bem que educação não cai do céu, a saúde do país é uma droga, nosso políticos são corruptos, nosso dinheiro vai financiar estádio e pagar uma copa do mundo e agente nem pode saber quanto dele vai ser usado porque os dados são secretos. São bons motivos para desencanar geral e apertar o foda-se. Mas convenhamos que todo mundo quer seus direitos mas não está nem aí para o que é obrigação. Todo mundo quer um trânsito melhor, menos violência, metrô mais confortável e ruas mais seguras. Mas parece que o desejo não exige contrapartida. Alguém vai me dizer ‘Ah, mas a gente já paga um monte de imposto”. Só que essa responsabilidade da qual eu falo, tem mais a ver com valores. Você paga imposto para ter uma coleta de lixo decente, o que não significa que os lixeiros precisam sair por aí catando cada papel de bala ou colchão que as pessoas largam pelas ruas.
                                                                                                                        (Maisa Infante)
 
Esse texto me fez refletir muito sobre os meus atos e sobre o que eu penso em relação ao meu país, tomara que também surja algum efeito em vocês leitores.
 
Postado por Tainá

Postado por Tainá